Tempo…

Indicação do Valdiney Calvento, o Cabelo [Bicicleta Girassol].

Aproveito pra linkar o site dele que tem super camisetas pra vender. Vale a pena a visita.

http://vai.art.br/

 

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Nascidos em bordéis

Abaixo alguns depoimentos retirados do documentário ‘Nascidos em bordéis’ de Ross Kauffamn e Zana Briski, 2005. O documentário é ganhador do Oscar e mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá. ‘O aparente enriquecimento da Índia deixa de lado os menos favorecidos. Nesse contexto, os menos privilegiados são as crianças filhas de prostitutas do bairro mais pobre da cidade. Porém, ainda há esperanças. Os documentaristas Zana Briski e Ross Kauffman procuram essas crianças e munidos de câmeras fotográficas pedem para eles fazerem retratos de tudo que lhes chama a atenção. Os resultados são emocionantes. E enquanto as crianças vão descobrindo essa nova forma de se expressar, os cineastas lutam para poder dar mais esperança e uma vida melhor a essas crianças, para as quais a pobreza é a maior ameaça à realização dos sonhos’*

*Sinopse


Sobre novos habitos

Pegando uma carona no post do jornalista/blogueiro Thiago Foresti sobre novos habitos no blog Rolo Compressor publico aqui um pouco das minhas considerações sobre o tema que, confesso, tem movimentado os meus neurônios em busca de respostas que não fujam a realidade em que vivemos e que acima de tudo: possam contribuir com a mudança nos meus próprios atos.

obs.: publiquei esse comentário no post dele.

[…] sinceramente posso dizer que ando meio confusa com tanta coisa acontecendo e me sentindo mais responsavel pelo giro do mundo muito além do que posso ver da janela do quarto de um hotel qualquer ou pelo mundo aqui na internet. Alias, meu mundo. Porque tudo não passa de uma digitalização do que é real.

Fora as fazendas e vidinhas virtuais que o orkut ou outras ferramentas criam no dia a dia pra convencer mais gente a se ‘emburrecer’ com o uso do computador, a vida aqui dentro é real e escrita por gente de verdade. Que se alimenta, veste, consome, ler, escreve. Mas infelizmente ainda dessa maneira que tu descreve ai: usa a ferramenta apenas pra mero prazer pessoal. E eu sinceramente não estou preocupada com o que eles comem, e sim como que o alimento chega até as nossas mesas. O fruto que colhem numa roça lá do interior de não sei aonde chegou como aqui?? O fruto por acaso ‘é fruto’ de mao de obra barata ou infantil?E por ai vai..

Infelizmente muita gente não se preocupa em saber como as coisas acontecem. Só querem saber que status isso ou aquilo podem oferecer. Ou quanto paga-se por eles. Precisamos ensinar aos nossos filhos (quando os tiver) que chocolate vem do cacau e não existem arvores de nome ‘nestlé’ ou ‘garoto’.

Quanto mais as horas e os dias passam, mas tenho certeza de que “eu quero uma casa no campo do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé. Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros e nada mais”. Como um dia cantou Elis Regina.

Alguem disse que Skakespeare disse que não precisamos mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Já eu, na minha reles juventude regada de idas e vindas por lugares que nunca sonhei existir, digo que “Não precisamos mudar o mundo dos outros se começarmos a mudar o nosso mundo”.

Ou seja: bem vindos sejam os novos habitos.

E pra completar o desabafo.. veja que interessante esse video sobre agrofloresta na pratica “Neste chão tudo dá”

Parte 1

Parte 2

Br-163: atoleiros e muita lama

Começaram as chuvas no interior do Pará  e o cenário da BR-163 começa a ganhar ares de aventura. Não que o asfalto lisinho não seja legal – até que é e vale muitos votos nas campanhas políticas. Mas a lama e os atoleiros rendem boas reportagens. E nem dá muito trabalho aos pauteiros não. Veem as chuvas e os assustos não mudam: atoleiros, comunidades sem acesso e comida…essas coisas!

Será essa a próxima das aventuras?