A Folha entrou numa ‘Frias’

sonhoSabe aquele ditado ‘Antes tarde do que nunca’? Pois é, é assim que se sentem jornalistas, midiáticos e comunicadores que sempre estiveram a frente de movimentos pra quebrar a tal da dita ‘linha de frente dos jornais’ (se é que se pode chamá-los assim) que de um lado pareciam apoiar o povo, mas que na verdade sempre esconderam seus interesses econômicos e pessoais.

Querendo ou não a mídia é um grande negócio e é preciso cuidado pra não se deixar envolver por isso. Eu acredito numa comunicação capaz de transformar o mundo através de alguns atos simples. O primeiro deles é dá ao povo as ferramentas pra que eles possam criar e encontrar as informações que realmente lhes interessam e a segunda é tirar dos ‘poderosos’ o poder pleno e absoluto dos meios de comunicação de massa (eu não aguento a Globo falando o tempo todo dela mesma).

Mas enquanto isso não acontece, os mesmos comunicadores, jornalistas e midiáticos já começaram os primeiros passos pra arrancar (nem que seja a força) esse tipo de gente do poder. Um exemplo disso é  o ato de repúdio à Folha de S. Paulo, que num editorial infame qualificou a ditadura militar brasileira de “ditabranda”.  O ato acontece no próximo sábado, 7, em frente ao prédio da Folha, na Alameda Barão de Limeira, 425, no centro da capital paulista, e reunirá familiares de presos, desaparecidos e torturados pelo regime militar, intelectuais e ativistas dos movimentos sociais e das organizações de direitos humanos (é as 10h da manhã).

O ato foi convocado pela internet e já conta com mais de 7 mil assinaturas – a mais recente adesão foi de Oscar Niemeyer, um símbolo da luta democrática. Eis mais um exemplo de que é possível fazer um jornalismo diferente…
sucesso na empreitada!

Pra saber um pouco mais dessa muvuca provocada pela ignorância fantasiada de jornalismo clique aqui.

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