Combate à Exploração Sexual Comercial


Guilherme Goulart *

Levantamento aponta que 3 mil goianas se prostituiram fora do país a partir de 2004 Só em 2009, 15 morreram, a maioria envolvida com organizações especializadas em tráfico de pessoas

A comunidade goiana no exterior nunca esteve tão perto das máfias internacionais de tráfico de pessoas. Levantamento realizado pela Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do governo de Goiás revelou que cerca de 300 mil pessoas nascidas no estado vizinho ao Distrito Federal vivem hoje fora do Brasil. Aproximadamente 70% desse total de emigrantes – 210 mil – estão ilegais e expostos aos esquemas de exploração sexual. O Aeroporto Internacional Juscelino Kubitscheck, em Brasília, tomou o lugar de São Paulo e aparece como uma das principais portas de saída de tal grupo.

O estudo realizado pela entidade revelou ainda que cerca de 3 mil goianas vivem ou viveram da venda do corpo a partir de 2004. “Não é um número alarmante se comparado com o total de goianos lá fora, mas obviamente é preocupante. A experiência delas, apesar de muitas histórias de fracassos, ainda gera a ida de outras”, afirmou o chefe da assessoria especial, Elie Chidiac. São mulheres que deixam para trás a família e os amigos em busca de dinheiro e sucesso. A maioria é mãe solteira, tem entre 18 e 26 anos e escolaridade baixa. Ao alcançar a Europa e o Leste Europeu, desembarcam endividadas com os patrões.

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