Principais consequências da enchente no Oeste do Pará


• Nas 13 cidades assistidas pela Defesa Civil do Baixo Amazonas, um total de 130 mil pessoas foram afetadas pela enchente. Dessas, 18.869 estão desalojadas. Desde o início do período chuvoso foram registradas nove mortes, sendo sete crianças e dois idosos.
• Em Santarém mais de 40 mil foram afetados direta ou indiretamente.

De um lado o Rio Tapajós e de outro a Avenida Tapajós

De um lado o Rio Tapajós e de outro a Avenida Tapajós

• Estima-se que nos  municípios de Alenquer e Monte Alegre  10 mil pessoas tenham sido atingidas pela enchente.
• De acordo com o relatório da Defesa Civil do Estado 32 pessoas estão desabrigadas, 363 foram desalojadas e 4.264 pessoas foram afetadas pela enchente, em Juruti.
• Com a cheia dos rios também aumenta o número de registro de acidentes com animais peçonhentos nesses municípios mais afastados. São em maioria ferradas de arraia e picadas de cobras. Neste último sábado, o Hospital Municipal de Prainha registrou em menos de 12 horas, 13 pacientes picados por surucucu e doze ferrados por arraias.
• A Avenida Tapajós no centro da cidade de Santarém está praticamente toda alagada e já foi interditada em vários pontos. Os ônibus que utilizavam a rua como acesso passaram a percorrer outros trajetos. Alguns comerciantes foram obrigados a fechar lojas em função do alagamento.
Em Alter-do-Chão não é diferente. O rio invadiu as ruas e atingiu casas e hotéis da vila.
• De acordo com o levantamento parcial do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), 50% de toda a lavoura do Estado já foi perdida em virtude do alto nível do rio.
O comércio varejista de Alenquer e Monte Alegre está resumido a barracas improvisadas nos pontos ainda não invadidos pela água.
• Em Almeirim, o comércio fechou as portas e a água já ultrapassa o cais de arrimo do município. O trapiche e a orla da cidade já foram interditados.

AÇÕES REALIZADAS:

• Pessoas que residem em locais de risco continuam sendo remanejadas para casas alugadas pela prefeitura municipal, em Santarém.
• Em Juruti, famílias atingidas pela enchente vão receber madeira para levantar os assoalhos de suas casas. Ao todo, são mais 56 mil metros cúbicos de madeira que serão doadas apenas durante esta semana. A Associação Comunitária da Região de Juruti Velho (Acorjuve) e para a Associação dos Produtores Rurais do Assentamento do Socó (Apras) estão entre os beneficiados.
• O Governo do Estado disponibilizará para Juruti redes, cobertores, mosqueteiros, toalhas, travesseiros e cestas básicas, que deverão chegar no Município até o final desta semana.

 Com informações da Caritas Prelatícia de Óbidos

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