A fila anda


Se alguém já parou pra ler as comunidades do Orkut além da blogueira aqui já deve ter percebido que existem muitas que comprovam que todos nós já nos decepcionamos com alguém e que por mais que possa doer, a gente estufa o peito e segue o trem da felicidade. É ou não é?

Mas eu não quero falar do Orkut e nem de amores que não deram certo – senão deram certo é porque tem coisa melhor esperando pra se apresentar. Quero falar na imensa capacidade que nós temos de ser feliz conhecendo a nós mesmos. E sabe como? Não me pergunte como. Pergunte-se.

Sabe essa história do ame-se ou ame primeiro a si e depois aos outros? Pode parecer que só dá certo lá pros lados do oriente, mas não. Aqui no norte também, pelo menos ao meu redor. Não podemos moldar as pessoas de acordo com aquilo que queremos, mas podemos decidir qual a melhor maneira de sermos felizes. E se essa tal felicidade mesmo existe, ela independe de terceiros – ela só depende de nós. Porque ela é individual.

Um exemplo: quando se pega um topada ninguém pode compartilhar da nossa dor. Assim é a felicidade: apenas nós a sentimos pulsar nas nossas veias e condicionar o nosso cérebro um sentimento capaz de nos fazer sorrir pro vento, pros bichos e até pra pessoas ainda estranhas. Moral da historia: não precisamos correr atrás de borboletas se plantarmos flores nos nossos jardins. Ah, se eu já me decepcionei: já, mas escolhi ser feliz.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s