Carta para um amigo

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Caro Amigo,
te escrevo essa carta recebendo a luz do Sol que resiste por detrás da cortina de renda. Sei lá, mas achei que ia gostar de saber.

Como eu já te disse, sou daquelas que ouve alguma coisa aqui dentro e, aos poucos, coloca o que escuta no papel… e é por isso que te escrevo. Palavras bem ditas (benditas) são os melhores recursos que conheço pra trazer paz e amor pra vida da gente.

Amigo, acredito e torço pela tua felicidade e sonhos: uma moça que tu gostes e que goste de ti, o progresso nos seus estudos e a casa de campo – desculpa se errei a ordem, se bem que acredito que as coisas acontecem como tem que ser e coloca-las dentro de um planejamento e fechar a porta para o destino é um grande passo de distanciamento para a felicidade. Se me permite uma dica, eis: não permitas que isso te aconteça. Os teus quereres regem teus sonhos e é de sonhos que a vida é feita. Não espere pra realiza-los depois “disso” ou “daquilo”. Não sabemos qual o tempo certo pra realizar alguns dos nossos sonhos, mas, com certeza, ficar sonhando sozinho não é uma boa tática. Tome uma dose extra de coragem e caminhe, pedale, corra, viaje em busca do seu sonhos. E, caso lá na frente, você descubra que não era aquilo que estava imaginando, tudo bem. Pior seria não ter feito nada e viver um sonho pela metade ou sem ter com quem compartilha-lo. Sabe o filme “Up! Altas Aventuras?”. Os dois se conhecem por acaso, casam e planejam morar num lugar lindo. Mas deixaram que outras coisas ocupem o lugar de prioridade até que um deles parte e eles não podem compartilhar juntos daquele sonho. As vezes a gente quer muito que uma coisa aconteça, mas coloca dificuldades (medo, preguiça, passado) no caminho e vai deixando o tempo passar, passar, passar. E esse tempo, acredite, não volta. “Não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje”. E se puder não fazer hoje, pelo menos, não deixe de fazer ou o faça quando seu coração pedir. Porque ele, o coração, pede. 

Agora, uma coisa que eu quero te dizer: se queres um amor, cativa-o. Cativar é criar laços com a outra pessoa. É conhece-la, respeita-la e admira-la. É conhecer seus segredos, seus sonhos e construir uma vida a dois.

Boa sorte,

Ju.

tabu: pra onde vai seu sangue?

Esse lixo é meu! | Post de #terça no Portal 10porhora.

Meninas, nós somos responsáveis pelo lixo nosso de cada dia e, principalmente, pelo lixo gerado durante nossos ciclos menstruais. Já se perguntaram pra onde vai aquele bando de absorvente ou protetores diários? Sabiam que há alternativas saudáveis e limpas para evitar esse lixeiro todo e nos reconectar ainda mais com a mãe-terra nos dias mais lindos das nossas vidas? (sim, eu adoro menstruar e não nego).

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Descrevi um pouco da minha experiência ao me descobrir responsável por aquele lixo todo e como isso me auxiliou a fazer das minhas escolhas um pequeno gesto de ‘transformação humana’ em respeito à natureza. Quem quiser saber mais, recomendo a leitura no 10porhora: http://midi.as/Llg

Músicas pra ouvir antes de apertar o f&%#@#*

Segue uma listinha de musicas bonitinhas pra ouvir, acalmar o coração e pensar duas vezes (ou não) se você quer mesmo apertar o botão do *foda-se dar um jeito de abrir mão da felicidade pra ser feliz de verdade.

♪ Éllen Oléria – Anunciação
♪ Los Hermanos – Lisbela
♪ O Teatro Mágico – Menina
♪ Tiê – Entregue-se
♪ Monique Kessous – Levo a Minha Vida Assim
♪ Green Day – Wake Me Up When September Ends
♪ Lá – Ceumar

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obs1.: o conceito de felicidade é relativo e cada um fica com o seu;
obs2.: a listinha é ajustável e novas músicas são bem vindas.

ela não tinha o que fazer com aquilo que a interrogava que foi lá e escreveu um rascunho

Não acho muito simples quando o coração me convida a visitá-lo. Fico sem graça e com sensação de que algo está por acontecer – sei lá. Já foram tantas dores e alegrias antes do início do Retorno de Saturno que me assusta o fato de não saber o que ele tem pra dizer. Igual quando eu aprontava e minha mãe olhava ternamente e dizia: “vou ali e quando voltar, a gente conversa baixinho”. Nesse intervalo, eu chorava, rezava e fazia até promessa pra Santa Clara na esperança de que aquela ‘conversa baixinha’ não doesse tanto – ressalvo que só tenho lembrança de apanhar uma unica vez da minha mãe e de nunca ter sido alvo de palavras criticantes, humilhantes ou que machucassem da parte dela. Mas, quando as palavras certas são ditas na hora certa e no tom certo pela pessoa certa, elas chegam diretamente no ponto a ser trabalhado e isso, provavelmente, causa uma dor – sem sangue ou lagrimas, apenas dor.

Voltando ao convite, há alguns dias e tenho me sentido muito introspectiva, idealista, sonhadora e muito, muito ‘joga tudo pro ar e deixa ver o que acontece’. Mas, por ironia da vida – olha só – não pode ser assim tão simples: só jogar pro ar e, igual balão de estourar em festa de criança, pegar somente aquilo que quero e seguir viagem. Não, não é. Se a gente não pára por um instante pra se ouvir e olhar profundamente, buscando saber qual caminho é o melhor ou o menos perigoso, as chances de sofrer ao dar um proximo passo sem ter aprendido qualquer lição é desumano conosco. Pra que, afinal de contas, vamos sair por aí colecionando sofrimentos e nada aprender com eles?

Ok, coração, você venceu (de novo).

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nota mental: ♪ Green Day – Wake Me Up Quando setembro Ends

Lições que aprendi com a bicicleta

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[…] a gente as vezes fica pesando o  corpo e a mente com sentimentos e pensamentos que nada acrescentam na nossa vida. Simplesmente a gente os carrega pra qualquer lugar e eles ficam ali só ocupando espaço e dificultando a entrada de bons sentimentos e pensamentos  que podem nós auxiliar ainda mais. Será mesmo que eu preciso ou quero carregar pesos além do necessário na garupa da #bicicleta ou na vida?

post novinho no 10 por hora:  http://bit.ly/16OJsxZ

dia dos namorados nas Redes Sociais

O que mudou: o amor, as pessoas ou a maneira de (demonstrar) amar? É só impressão minha, ou as pessoas estão mais preocupadas em mostrar que estão com alguém e que são ‘amadas’ do que realmente viver um amor ? – obs.:  apesar de parecer, isso não é uma direta para aquelas pessoas que já desistiram de alguém pelo simples fato de temrem o amor.

Mas o fato aqui é discutir como que as relações hoje estão banalizadas pelas pessoas na Redes Sociais. E isso, meu caro, é muuuito triste. Drummond não seria Drummond se ele fosse parte da geração Y.

dia dos namorados nas redes sociais

dia dos namorados nas redes sociais