Depois de alguns sustos, lágrimas e sessão tortura com meus próprios sentimentos posso dizer que hoje me sinto mais fortalecida diante das dores que o mundo já me fez passar. Ter o coração leve, em harmonia e tranqüilo não é uma utopia e sim um estado natural depois do fim de um ciclo que já estava levando pra longe de mim a paz que eu tanto busco. Mas enfim, a vida já começou a mudar.
A distância, a pressa e o medo ficaram pra trás. Só ficou a certeza de que dias melhores estão por vir e que venham. ‘Como um velho boiadeiro levando a boiada eu vou tocando os dias pela longa estrada’ – Renato Teixeira.











Querida Juliane,
Que bom que passou.
Até nesses momentos e ou principalmente nesses momentos e muito bom ler o que você escreve, permita-me fazer uma correção, o trecho pinçado da canção ‘tocando em frente’ ”
Como um velho boiadeiro, levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,
Estrada eu sou, conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças,
É preciso amor pra puder pulsar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir”, é também de autoria do violeiro matogrossense ALMIR SATER.
Abraços de Águia de seu leitor,
Edely Pessoa