Foto: Paulo Morgado.
A Ana Teixeira teve uma idéia: Ouvir histórias de Amor em plena avenida Paulista. Se voce tem alguma história, conta aqui e|ou conta lá!
Foto: Paulo Morgado.
A Ana Teixeira teve uma idéia: Ouvir histórias de Amor em plena avenida Paulista. Se voce tem alguma história, conta aqui e|ou conta lá!
*melhor seria (é): “Pedindo perdão à Deus”.
De repente, no meio de dezenas de páginas de sites abertas a minha frente, e-mails precisando de respostas e outras funções que me levavam para um mundinho alheio ao meu coração, senti a necessidade de pedir perdão à Deus. Perdão por não acreditar.
Parece engraçado falar isso. Mas um dia eu não acreditei no amor. Sim, no a-m-o-r. Essas quatro letrinhas reunidas que movem o mundo e de grande significado espiritual, muito mais do que material. Eu sei lá no que acreditava até então. Acho até que acreditava no amor e tal, mas sentia medo de admitir isso. Admitir que eu preciso sempre de alguém – meus pais, irmãos, amigos, companheiro, filhos. Sempre precisarei de alguém e pelo que me conheço, eu não queria aceitar que essa é a ordem das coisas.
Meus pais são meu exemplo de amor. Mesmo com as dificuldades do dia a dia, inúmeras vezes acordei de manhãzinha e eles estavam conversando coisas da vida, dos sonhos da infância, dos filhos. E eu achava tão bonito ouvi-los conversar sobre a vida de maneira tranquila e o dia amanhecendo lá fora… mas não entendia que o amor é isso. É simples.
Acho que todas as vezes que eu disse pra alguém que eu não acreditava no amor, eu fechei os olhos pra bondade de Deus. Não tem como dissociar uma coisa da outra. Deus é Amor. E mesmo que a descrença que eu tinha estava associada ao amor ‘homem e mulher’, esse amor também é Deus. E eu quis ignora-lo.
Hoje, passado alguns anos e tropeços na tentativa racional de acertar, sinto que isso começou a pesar – o que tem motivado essa necessidade de pedir perdão à Deus. Já faz tempo que eu penso no assunto, mas deixei que o coração dissesse a hora certa e eu só executaria a minha árdua tarefa de reconhecer que eu estava errada esse tempo todo. Que, por vontade própria, me enganei. Então, vamos lá:
Deus, eu sei que o sr não vai ler meu blog, mas sabe o que se passa dentro do meu coração. Assim como sabe também da minha necessidade de registrar com palavras (ditas ou escritas) meus sentimentos, sejam de dor ou alegrias, pra que eles transformem-se, renovem-se e se fortaleçam. Peço perdão pelas vezes que busquei me enganar e procurei o caminho da ignorância com o único objetivo de achar que sozinha eu era capaz – agora sei que não sou.
Continuemos bons amigos, pai e filha.
Biografia do Mestre Gabriel, fundador do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV), foi lançada no dia 10 de fevereiro de 2012 – ocasião em que José Gabriel da Costa, completaria 90 anos. O livro é um presente para os sócios da União do Vegetal. Recomendo.
Para saber mais a respeito do livro, acesse o blog da UDV. Lá estão disponiveis os 2 primeiros capítulos da Biografia.
Tudo começou com um post no facebook.
A Larissa Caripuna viu e contou para a irmã, Alessandra Caripuna. A Alê animou e hoje, ao acordar, foi logo postando no facebook dela: Bom dia Bruno Vasconcelos vc aceita CASAR COMIGO (pedido na imagem abaixo). Mesmo sem a interrogação (e talvez aí more o mistério, pois não foi uma pergunta e sim uma confirmação), o Bruno foi lá e aceitou. Mas antes disso, respondeu o pedido a altura. A minha pergunta é: Alessandra Caripuna, você estava preparada pro SIM?
Resposta do Bruno Vasconcelos (gigante, mas vale ler cada palavra).
Olha, minha príncipa. Vivenciar uma relação tão gostosa como a nossa, não é pra qualquer casal de hoje dia. Mesmo com alguns desencontros de idéias e até conflitos, aposto que a maioria das pessoas que conhece agente nem sonha que agente diverge tanto. Isso porque, tenho certeza que temos muito que amadurecer, mas que a maior parte da construção da nossa história já está consolidada. Falo a respeito de nosso amadurecimento como pessoa e como casal, principalmente quando conseguimos superar as dificuldades apresentadas pra nossa continuidade e medimos nossas prioridades considerando o outro. Essa é uma pergunta respondida, além de ser algo fácil de entender. Respondida porque você, nosso ciclo de amigos e família além de mim, sabemos que não combinamos muito bem separados. Parece algo desconhecido. Tipo um novo paradigma. Longe de você, sinto até saudade de mim. Não entendo a necessidade dessa exposição, mas já que estamos em sintonia, não tenho porque deixar de curtir essa brincadeira. Mas falando sério, o sorriso negro que nos entrelaça não aceita um não como resposta. Nos encontramos, em um momento em que eu procurava por você e você procurava por alguém. Me esforço todos os dias, pra ser eu essa pessoa. Abdiquei de brincar pra levar mais a sério e você abdicou de muita seriedade pra brincar um pouco mais. A cada dia, a cada momento, a cada conquista, a cada perda, fortalecemos ainda mais essa relação que tem por madrinha a lua. Testemunha do meu pedido de namoro e cada aniversário de mês deste anos em que vivemos, aprendemos, engravidamos, perdemos, ganhamos e principalmente amamos. Fomos colegas de atividade em comunidade negra, fomos colegas de trabalho da internet, fomos colegas de trabalho em um moinho de cana onde empreendemos e convivemos, fomos colegas de faculdade, fomos pais, fomos ombro, fomos cobertor, fomos e somos felizes principalmente porque apesar do ponto de vista, temos o mesmo ideal. Vi que era pra valer, assim que você quis que eu entendesse isso. Que bom saber que ta assim de gente, torcendo pra ver minha resposta mas assim como foi nosso início de namoro, tenho que te lembrar que quem faz o pedido é o homem. E entendo isso até hoje. Porém, meu aceite está condicionado a TRÊS outras situações, óbvias e inevitáveis. RS. Minha resposta e Sim. Mas (1) também quero tocar neste casório (3) e no batizado do nosso filho ou filha. É pra ele ou ela saber desde pequeno, que estamos ligados deste outros tempos, em algum lugar fomos rei e rainha. Se foi no berço do mundo eu não sei, mas em nosso reinado, com certeza, será nosso berço de samba. Mas hoje você é minha príncipa e eu sou teu sapo. Beijo não resolveu, mas espero que esta etapa ajude um pouco. RS. Sim. Entendo estar preparado pra te fazer feliz e completar tua vida, além de precisar de você pra administrar e completar a minha. Te amo e minha resposta é sim, sim e sim!
O que eu posso dizer depois disso? Valeu, Alessandra! Linda a história de voces (a Larissa me contou). Força, firmeza e felicidades ao casal. Obs.: deixo o espaço aberto pra que, caso queira, escreva aqui a história do casal. (obs.: 9 anos de namoro não é pra qualquer um, ne?)
Um beijo! E viva a tradição irlandesa e a coragem dessa mulher!
O cotidiano urbano Amazonico retratado pelo olhar do fotografo Adrio Denner.
A foto acima faz parte da exposição fotográfica “FLÂNEUR – Um Novo Olhar” que será realizada na pérola do Tapajós durante todo o mes de março e abril. A exposição traz 20 obras na relação texto e imagem sobre as transformações urbanas de Santarém-PA.
Ministério da Cultura e Mineração Rio do Norte apresentam:
“FLÂNEUR – Um Novo Olhar”
Datas: 12 a 16/03 – UEPA
19 a 23/03 – Iespes
26 A 30/03 – FIT
05 A 14/04 – Terminal Turistico Fluvial
ENTRADA FRANCA!
Apoio: IAP, SEMTUR, UEPA, IESPES, FIT, TUVIEW E ADProduções.
Segundo a tradição irlandesa, no dia 29 de fevereiro, as mulheres podem pedir o homem (namorado, de preferencia) em casamento e este é obrigado a aceitar. Relatos mostram que no século 17, em alguns países europeus, o homem que não aceitasse o pedido deveria pagar uma pesada multa. A tradição foi alterada com o passar dos anos, mas na Irlanda muitas moças aguardam ansiosamente o dia 29 de fevereiro. É o dia de tomar a iniciativa e pedir que o namorado se case com ela. Fica a dica pras amigas, afinal de contas, dia 29 de fevereiro agora só em 2016, e até lá tem muita coisa pra acontecer. =)
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