Tudo e todos na hora certa

8 02 2010

Esse é um post sem nenhuma perspectiva para o fim. É apenas uma conclusão das somas de tudo aquilo que tem rondado meu pensamento, meu espírito e meu corpo. Só deixei de querer viver ou presenciar muitas coisas de uns dias desses pra cá. A única vontade que eu tenho é de ser feliz – seja como for. Ser feliz e ficar em paz comigo mesmo e com o mundo. Mesmo que esse mundo se resuma a bolha que me cerca.

Crise dos 24

Acredito sim que essa é só mais uma fase – alguém já ouviu falar de alguma crise dos 24 anos de idade? Não. Então a criei agora. Talvez isso seja mesmo a Crise dos 24 anos. Como eu a criei nesse momento, ainda não inventei regras e não sei se ela atinge aos homens, mas com as mulheres é real, pelo menos comigo.

Decidi que tenho que buscar a felicidade onde quer que ela se esconda. Trabalho. Família Religião. Ruas. Becos, avenidas. Cinema, bares, teatro, praças. Ônibus, metrô, carona, sinal verde ou amarelo. Não importa. Sei que ela está em algum lugar desse bioma – seja ele amazônico ou não. Mas tá por aqui.

Não gosto de desistir daquilo que acredito ser uma verdade – e ser feliz é uma delas. Mesmo que por vezes pareça que tudo deve mesmo ir pra puta que pariu ou pras curvas do inferno. Desistir jamais. Mesmo que digam que estou errada – as vezes sei que estou mesmo – e daí? Quem tem razão nesse mundo confuso de idéias tortas e paranóias em busca de uma perfeição física e discriminação racial ou étnica? Por que fingir e negar que vale a pena os riscos? Tentar, mesmo que pareça impossível – quem sabe dá certo.

Não nos ensinaram a amar na escola. E passamos a maior parte da vida lá. Praticamente foi lá que começamos a formar as primeiras frases, orações e a conjugar os verbos. Verbos. Ação. Eu amo. Tu amas. Ele ama. Nós amamos. Vós amais. Eles amam. É fica por aqui. Não se questiona a razão de amar. Como aprender a amar? Isso se ensina? Droga! Reconheço profundamente que nunca amei ninguém – nenhum homem, namorado ou amante. Nem mesmo aqueles que eu pensei ter amado e para os quais me entreguei. Tudo hoje faz parte do passado. E a escola não me ensinou que eu ia ter de aprender a viver com isso – não amar alguém. Muitos passaram pela minha vida e poucos deixaram alguma lembranças. Lembro do cara que olhou pra mim numa roda de amigos no centro histórico de uma cidade qualquer e sugeriu que eu mudassemos de lugar: os casais estão trocados – ele disse. Ri e aceitei a proposta. Ele estava certo. Tempo depois desfilávamos de mãos dadas pelo mesmo centro histórico. Mas eu tinha dia e hora marcados pra partir. E parti. Vivi  ali o melhor dos meus 18 anos.

Outros também passaram. Uns falaram de amor. Outros não pensavam em responsabilidades. Outro em casamento, família e filhos. No final das contas: ainda não amei ninguém mesmo. Talvez porque eu acredite mesmo no amor, e não nas conveniências. Na dose extra de frisson no corpo, e não nos papéis assinados. No sorriso, no aperto de mão e não no famoso ‘eu te amo’ da boca pra fora. Um dia alguém disse ‘eu te amo’. Terminei ali mesmo. Outro me olhou e disse que precisava me falar uma coisa: – Se for ‘eu te amo’ é melhor ficar calado – eu disse. Ele não falou nada. Já que isso deixou de ser um texto qualquer e virou um monólogo de meus ‘amores eternos’, confesso que tenho medo do ‘eu te amo’.

Medo porque nunca senti segurança nisso. As vezes eu mesma  não me amo o suficiente – mas num posso deixar de conviver comigo mesma e nem com meus medos. Isso não impede que eu acredite no amor – mas só ‘eu te amo’ não me convence mais. Acredito no toque. No olhar. No sorriso. Na ação. Dizer ‘eu te amo’ é muito fácil. Essa foi uma das primeiras expressões que eu fiz a minha sobrinha aos 2 ½ repetir exaustivamente aos meus pais – hoje eu me arrependo disso. Ensinei como ser igual a muitos que hoje estão por aí: dizer apenas aquilo que é convencional. Mas criança esquece rápido e um dia ela vai aprender a usar essas palavrinhas na hora exata – assim como eu. É. Isso mesmo. Nunca disse ‘eu te amo’ pra mais de cinco pessoas. Meus pais (2), amigas de infância (2) e, desculpem, mas não me lembro de mais ninguém. Ou seja, só pra 4 pessoas. Provavelmente tenha sido só pra essas mesmo. Sempre preservei o uso dessas palavras. E ainda preservo.

Mas eu não quero falar daquilo que deu errado. Tudo e todos na hora certa!

Mesmo quem eu não amei deixou sua parcela de contribuição na minha vida. E como eu tenho capacidade de viver com isso. Adoro gente. Adoro historia de gente. Sou capaz de ficar uma tarde inteira ouvindo alguém contar a própria história – principalmente se ela é uma história e crescimento, sonhos, esperança e amor (olha ele aqui de novo). O personagem nem precisa ter casado com a mocinha ou se transformado numa pessoa de sucesso. Basta dizer que é feliz como está. Isso basta pra fazer da simples história um enredo interessante de ouvir.
Eu gostaria de ter conhecido mais gente na minha vida. Mais gente experiente. Mais gente que acredita na esperança. Gente que vive sem energia elétrica e que nunca usou um computador. Gente que não tem nada de parecido com o meu mundo – mas que tem um mundo que me intriga, me inspira, me comove e me instiga. O mundo tem muitos mundos dentro dele. Cada um de nós é um mundo a parte. Um mundo com ideologias diferentes. Como diz a musica ‘cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom capaz de ser feliz’. O cara que escreveu isso é tão pensador quanto Platão e Aristóteles. Pelo menos eu acho isso.

Nem todas as conveniências são bem vindas. A gente nem que podia dá as mãos antes de saber nomes. Mas não. Desde crianças somos ensinados a não falar com estranhos. Estranhos? Eu não acredito nisso. Só não falo com que eu não quero ou com quem não quer falar comigo. A gente pode se conhecer hoje e amanhã tá fazendo planos para o futuro. O que nos impede? Ah tá. A tal conveniência. Você nem conhece essa pessoa direito – dizem. Normal – as vezes eu não me reconheço em mim mesma.

Só sei que decidi pela felicidade, e ela não vem em um cavalo branco – eu sei. Mas acredito nela. Alias. Vivo e respiro dela. Decidi que não vou trabalhar muito (só) pra ganhar dinheiro. Mas vou comprar uma casa no campo e fazer uma varanda. Plantar algumas árvores. Ter um filho – o Davi (se trocar as sílabas fica VIDA). Vou tocar violão quando eu aprender. Cantar. Tomar banho de chuva e de cachoeira. Assistir filmes. Ler muitos livros. Vou rir. Vou andar por ai. Vou escalar uma montanha. Morar alguns meses na praia. Curtir com quem, onde e como eu quiser. Vou experimentar a vida. E de preferência sem conveniências.

Essa imagem aqui é Renato Santos





A criança e a TV

5 02 2010

Ao contrário do que  a imagem acima sugere, as Crianças estão mais seletivas na hora de assistir televisão. Essa é uma das constatações da publicação “A televisão sob o olhar das crianças cuiabanas” da pesquisadora Aline Wendpap. Uma matéria sobre o assunto tá no site da TVCA (MT).

Sinope copiada do site da Editora da UFMT

O trabalho foi realizado numa escola municipal da periferia de Cuiabá com a finalidade verificar a influência da televisão e sua relação com o saber intermediado. Os dados apontam para a possibilidade de a televisão ser utilizada de uma maneira crítica e enriquecedora na educação, e não apenas vista como nefasta. Um efeito interessante da pesquisa foi o fato de que, ao falarem, as crianças parecem ter conseguido perceber, de um outro modo, suas realidades e a realidade que a televisão veicula, diferenciando-as de forma crítica e seletiva.

10 mandamentos

Em 2004 a Midiativa divulgou dados de uma pesquisa sobre os pontos importantes para uma boa cobertura da midia voltada para os pequeninos. Olha no que deu:

1. Ser Atraente

Um programa que fale a linguagem dos jovens, que tenha música, ação, competições, movimento e humor.

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Dedinho do Tas

4 02 2010

Uma indicação feita pra Rede Vivo Educa ainda em 2008 pelo apresentador  e tuiteiro Marcelo Tas levou o acesso da Vivo para a cidade de Belterra. A chegada da empresa de telefonia movel possibilitou o acesso à comunicação de voz e à internet 3G  para mais de 20 mil pessoas do Projeto Saúde & Alegria(PSA) e demais belterrenses.

Em entrevista ao Vivoblog durante o Campy Party em São Paulo, a blogueira Monica disse que a partir da instalação da antena na comuniade muitas coisas novas vão começar a acontecer. “Agora, com a conexão, podemos experimentar ainda mais. Vamos fortalecer o trabalho da nossa rede, pois podemos filmar, postar do celular, subir mais vídeos… E todo mundo poderá assistir. Também usaremos novas ferramentas na educação. São várias possibilidades, ainda não havia me dado conta do poder de criar coisas novas.”

=)





Meninos do futebol

2 02 2010

Achei um ensaio fotográfico do Bruno Paixão de caras e bocas de crianças. Muito bom. Vale a pena conferir. Aqui uma que tem a cara do Brasil, apesar do fotografo ser das bandas de Portugal.

Foto: Bruno Paixão

Quem nunca viveu os conflitos de conviver como dono da bola na infância que atire a primeira ‘bola‘ Na maioria das vezes eles são chatos e não jogam nada. E o pior é que eles tem que está na partida. Afinal, são os donos da bola.

Alguns beneficios da prática do futebol ainda na infância, de acordo com o Guia Infantil.

- Aumentar a potência muscular das pernas.
- Melhora a capacidade cardiovascular.
- Estimula a velocidade de reação, a coordenação motora, e a visão periférica.
- Contribui com aumento da densidade óssea femural.
- Aumenta a potência do salto.
- Aumento dos níveis de testosterona, o que fará com que se forme mais tecido muscular.
- Oxigena o sangue.

Além disso, o futebol sociabiliza as crianças, e lhes insere no gratificante trabalho em equipe. Alguns psicólogos afirmam que o futebol é uma boa ferramenta para afastar os mais jovens das tentações das drogas, da violência e do álcool.





(Des)obediência política

1 02 2010

Ela falou só uma vez: um professor provou que somos sujeitos a manipulação. E ficou por isso. A unica coisa que eu lembrava era da palavra auditório. De vez em quando a lembrança de uns 7 anos atras vinha na minha memória. Mas eu não sabia nada mais do que isso: auditório, pessoas vestidas iguais e um lider. No final ele revela que todos eram frutos de uma experiência. Só. Essas eram as unicas informações que eu tinha.

Passei no vestibular e deixei de frequentar o cursinho. A minha ligação com a professora que sempre revelava aquilo que os outros queriam esconder ou que narrava toda a Revolução Francesa depois de algumas cervejas acabou ali. Perdi o contato e até então não sabia se a história do auditório era verdade ou fruto daquela imaginação marginal, sarcástica e inteligente que eu aprendi a admirar.

É verdade. De repente estava lendo no sabado passado a contra-capa do DVD que revelava que a professora do cursinho não estava tendo nenhum ataque  ró-nazismo quando disse aquilo. Existe sim um professor que conseguiu, através de uma experiência que saiu do seu controle, provar pra estudantes do colegial que somos condicionados a obedecer ordens. Sejam elas nazistas, fascistas, comunistas, capitalistas, globais…

Novamente vocês estão olhando para A Onda e tentando entender por que desistimos de nossa liberdade em troca de um sentimento de superioridade. Isso é uma lição que todos nós temos que aprender e falar a respeito. Ron Jones, professor e inventor da experiência verdadeira que deu origem ao filme A Onda, no <Daiblog>.

obs.: Assistam ao filme!

A Onda

Em uma escola da Alemanha, o professor secundário Rainer Wenger tem dificuldade em explicar para seus alunos como o povo aceitou a disseminação do nazismo. Quando um dos estudantes afirma que hoje em dia seria impossível um regime autoritário dar certo, por conta da educação das pessoas, o mestre decide fazer uma experiência. Rainer cria uma simulação dentro de sala de aula mostrando como o governo conseguiu convencer o povo.

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Contra o retardamento mental

1 02 2010

Adoro literatura de Cordel. Já fiz um ou dois post sobre esse assunto aqui. A ex-comunhão da vítima é um deles.

Tenho apreço principalmente com os assuntos abordados com demasiada categoria humorística e sem ofensas e da origem simples dos nobres cordelistas.

A maioria é do nordeste – região que aprendi a amar aos 17 anos quando fui pra lá com uma unica certeza: fazer medicina. Mas ao contrário disso, fui apresentada para as minhas raizes genealógicas e para a a vida no sertão.Lá conheci muita gente de história interessante e criatividade a flor da pele. E se tem uma coisa que o nordestino saber ser é a flor da pele. Aquela terra dá uma vontade louca de viver tudo de uma vez só.

Mas voltado ao ‘cordelismo’, no wiki tem mais uma pouco sobre essa manifestação cultural. Mas se quer mesmo saber como é que a coisa acontece é melhor dá um pulinho lá pras bandas do Nordeste e apreciar. Vou aproveitar a carona e publicar aqui o trecho de um Cordel que poetiza de maneira bem humorada e com uma pitada de denuncia a ‘boa forma’ do BBB-10 e do Pedro Bial nesse ano.

Big Brother Brasil, um programa imbecil

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Clique aqui pra continuar o Cordel

Sobre o autor desse cordel

Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil. É professor, poeta e cordelista. Já publicou vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos (Clique aqui para conhecer a lista de cordéis já publicados).





25 momentos da blogosfera brasileira

1 02 2010

Alexandre Inagaki – inspirado nos 25 Momentos da Blogosfera Portuguesa- organizou os 25 Momentos da Blogosfera Brasileira. Os momentos foram publicados no site da Época e reproduzido aqui (pra prosperidade!)

Fevereiro de 1998: a gaúcha Viviane Vaz de Menezes é a primeira brasileira a criar um blog, o Delights to Cheer, escrito em inglês.

Entrevista concedida a Alexandre Matias, originalmente para o site da finada revista Pl4y

Arquivo do último blog que ela manteve (bem, ao menos que eu saiba)

Perfil pessoal

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O Grande Irmão de 1984

29 01 2010

George Orwell é um homem que eu posso dizer que  está a frente do seu tempo – e com certeza ele não sabe disso. Morreu em 1950. Mas fez uma premonição no seu livro 1984 (Aqui o resumo). Quem deixa isso claro é a Amilcar Bettega, na publicação 100 autores que você precisa ler.

“Já 1984 é uma antiutopia, um pesadelo ambientado numa Londres cinzenta e degradada, num mundo dividido em megablocos, permanentemente em guerra e sob um regime totalitário representado pela figura onipresente do Big Brother (não..ela não está falando do Pedro Bial e seus súditos), aquele que tudo vê e tudo sabe. A destruição da individualidade, a vigilância permanente, a lavagem cerebral como instrumento de dominação, a manipulação de dados históricos e das idéias por meio de um vocabulário apropriado para esse fim, o empobrecimento afetivo, intelectual e até linguistico, a disseminação do medo através das ameaças permanentes da guerra – o quadro que o livro pinta é sombrio, mas repleto de paralelos com a realidade do pós-guerra na Europa e, o que é pior, com alguns elementos que reconhecemos em nossa desencantada realidade atual.

Orwell na época em que escreveu 1984 não imagina o rebuliço que ia ser o mundo depois dessa data. Tivemos a ditadura que nos privou de liberdades e expressões. Temos governantes que nos empurram garganta a dentro suas leis criadas em benefício próprio e ainda nos querem fazer acreditar que as etnias não se entendem. Quem não se entende são eles, que brigam por uma vaga nas tribunas populares e a população que se vire depois. Ainda tem aqueles que chegam de mancinho e vão entrando nas nossas casas pelas nossas TV’s, rádios e computadores, nos dizendo o que fazer, como manter nossos afetos em dias com o horóscopo, como cozinhar, como arranjar marido, como economizar o nosso dinheiro, como ficar mais bonita.. eles sabem de tudo. Como? Eu não sei. Só sei que se acham os Grandes Irmãos do século XXI.

Sinopse do livro: Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico.

Que saudade da minha velha e boa privacidade!





Recomendo

27 01 2010

Recomendo a leitura do blog do jornalista Thiago Domenici – Notas de Rodapé.

Acesse aqui

Perfil: 28 anos, jornalista. Repórter da Revista do Brasil e Rede Brasil Atual; um dos autores do livro-reportagem Brasil Direitos Humanos 2008 e do documentário Caso da Escola Base (2004); trabalhou durante cinco anos como secretário de redação na Revista Caros Amigos com o mestre Sérgio de Souza.





Thiago Lacerda será agente secreto em novo longa

27 01 2010

Opinião: O que vocês vão ler aqui não tem nada de sugestivo. É apenas uma contribuição pro cinema nacional. Eu mesma não achei legal. Não gosto de cinema de ficção.

Fonte: AE – Agencia Estado

Uma história de ficção com explosões, perseguições de carros e operações secretas em um Brasil poderoso, cheio de agentes treinados para combater o terrorismo. Mais perto do cinema de James Bond do que das batidas fórmulas do “cine-favela” que tomaram os sets, o longa “Segurança Nacional”, que o diretor Roberto Carminatti prepara para estrear em maio, vem com aquele cheiro de pólvora que anuncia a chegada das produções mais barulhentas.

O ator Thiago Lacerda e o diretor Roberto Carminati

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ABDeC apresenta:

26 01 2010

CONVOCAÇÃO

A ABDeC – Pará, entidade representante do audiovisual em nosso estado, convoca todos realizadores na área de cinema e video a participarem da reunião de nossa categoria, tendo como objetivo escolher candidatos a delegados de cultura, os nomes indicados serão repassados a Secult e o Minc nas Pré Conferências Setoriais de Cultura, que ocorrerá no dia 29 de janeiro de 2010 no Centur.
Antecipamos nossa reunião para o dia 27 de janeiro de 2010, na Casa da Linguagem, tendo a primeira chamada 18:00 h e segunda chamada 18:30 h. Contamos com o maior número de tecnicos possível, só assim estaremos bem organizados e chegaremos as Pré Conferências Setoriais de Cultura com os nomes indicados antecipadamente.

Desde de já gratos pela atenção.

Atenciosamente,

Homero Flávio
Presidente da ABDeC Pará
91 84129512